O Teste de hipóteses. Como fazer?

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Testar a hipótese é nada mais que apurar se os dados colectados confirmam ou refutam a mesma. A seguir, exporemos três tipos de hipóteses que são testadas com base nos métodos e técnicas de mensuração, de acordo com o interesse do estudante.

Exemplo: Suponha que você continua investigando a produtividade no trabalho de um determinado grupo de professores. Foi constatado um grupo de professores com baixa produtividade e que esse facto estava associado a má remuneração. Podemos elaborar três hipóteses:

A baixa na produtividade está associada a remuneração desajustada. Considere x como sendo a variável que representa a baixa produtividade e y a variável que representa a má remuneração. Nesse caso, o estudante só poderá identificar se existe ou não relação entre as duas variáveis. Mas não é possível determinar qual delas poderia produzir alteração na outra. Com essa hipótese, no máximo confirmaríamos se remuneração desajustada estar ou não associada com a baixa produtividade.

A produtividade tem relação ou depende da remuneração. Considere x como sendo a variável que representa a produtividade e y a variável que representa a remuneração desajustada. Nesse caso, o estudante tem condição de determinar a direcção da relação do variável x (baixa na produtividade) que depende da variável y (má remuneração).

A precarização da remuneração (pagamento desactualizado) produz uma diminuição na produtividade. Neste caso, alem de se estabelecer a ligação e a dependência entre a variável x e a variável y, também é possível determinar a natureza da relação.

FONTES DE ELABORAÇÃO DE HIPÓTESES

A formulação de hipótese se dá por um processo de natureza criativa e requer experiência na área escolhida. Para além dos requisitos necessários para que uma hipótese seja considerada científica, não há normas ou regras fixas que limitem a possibilidade de elaborar hipóteses, assim como não se limita a criatividade humana ou se fundam regras para ela. Porém, Marconi & Lakatos, (2003) na sua obra fundamentos da metodologia científica, sugere oito fontes fundamentais que podem originar hipóteses.

1. Conhecimento Familiar

O conhecimento familiar ou as intuições oriundas do senso comum, perante situações vividas, podem levar a correlações entre fenómenos observados e ao desejo de apurar a real correspondência existente entre eles. Não se trata aqui de provar cientificamente o perceptível; ao contrário, trata-se de apurar se é "perceptível", isto é, se há ou não uma correlação de facto entre os fenómenos.

Exemplos: O conhecimento popular concede à "idade" e ao desejo de "afirmação" a rebelião do adolescente; na área da psicologia podem-se elaborar hipóteses sobre o assunto, entre elas: "Em determinada fase do desenvolvimento mental do jovem, a necessidade da afirmação do ego leva à contestação da autoridade dos pais e dos valores da sociedade" ou "dada a 'necessidade' da afirmação do ego, então contestação da autoridade dos pais e dos valores da sociedade". Outro exemplo partiria do conhecimento familiar de que as crianças, "brincando de imitar" os adultos, aprendem a se comportar na sociedade; uma hipótese, igualmente na área da Psicologia, seria de que "a imitação é um dos processos de aprendizagem da vida social".

2. Observação

Uma fonte rica para a construção de hipóteses é a observação que se realiza dos factos ou da correlação existente entre eles. As hipóteses terão a função de comprovar (ou não) essas relações e explicá-las.

Exemplos: Procedendo da constatação da correlação entre o nível socioeconómico (classe social) do aluno e o seu rendimento escolar, vários pesquisadores levantaram hipóteses sobre o menor rendimento escolar dos alunos de classe social baixa, observando a influência da alimentação, do ambiente cultural, da profissão dos pais, do nível de aspiração educacional dos pais e até dos "valores" que a escola transmite (partindo do princípio de que ela acentua as "características" da classe alta e média).

3. Comparação com outros Estudos

Podem-se enunciar hipóteses que resultam de o pesquisador basear-se nas investigações de outro estudo ou estudos na perspectiva de que as conexões similares entre duas ou mais variáveis predominam no estudo presente.

Exemplo: Resumindo os pressuposições da obra de Durkheim, O suicídio, obteremos as subsequentes conclusões: a) a coesão social proporciona apoio psicológico aos membros do grupo dominado pela ansiedades e tensões agudas; b) os índices de suicídio são função das ansiedades e tensões não aliviadas a que estão sujeitas as pessoas; c) os religiosos têm uma coesão social maior que os não religiosos e, portanto, d) é possível prever e antecipar, entre religiosos, um índice menor de suicídio do que entre os não religiosos.

4. Dedução Lógica de uma Teoria

Podem-se extrair hipóteses, por dedução lógica, do contexto de uma teoria, isto é, de suas proposições gerais é possível chegar a uma hipótese que afirma uma sucessão de eventos (factos, fenómenos) ou a correlação entre eles, em determinada situação.

Exemplo: Ogbum, em sua obra Social change, apresenta a teoria da demora cultural, indicando que a transformação ou o crescimento, no movimento total de uma cultura, não se processa no mesmo ritmo em todos os sectores. Se urna grande parte da herança social do homem é a cultura material, para utilizá-la são necessários ajustamentos culturais, denominados cultura adaptativa; as transformações nessa última são geralmente precedidas por transformações na cultura material.

Se desejarmos realizar uma pesquisa em área rural de Angola, onde a televisão Pública e via satélite tem penetração, podemos partir da hipótese de que ela, transmitindo idéias, crenças, conhecimentos e valores da sociedade urbana (cultura não material), para uma região rural subdesenvolvida, com poucas alterações da cultura material (técnicas e artefactos), influenciou as transformações da cultura adaptativa, fazendo com que a cultura material ficasse defasada (ultrapassada) em relação a ela.

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