A pressão baixa, em algumas pessoas, é normal, não representando risco para a saúde. No entanto, quando a pressão abaixa repentinamente ou é acompanhada por sintomas como tonturas, desmaios ou cansaço pode indicar um problema mais grave, como desidratação, infecção ou problemas cardíacos.
A pressão arterial é considerada baixa quando está inferior a 90x60 mmHg, não existindo um limite mínimo de pressão, desde que a pessoa sempre tenha apresentado pressão arterial baixa.
Caso a pressão baixa seja acompanhada por sintomas, é importante consultar o cardiologista para que seja feita uma avaliação que permita identificar a causa da pressão baixa e, assim, ser possível iniciar o tratamento mais adequado.
Diante de pressão baixa, o que fazer?
A queda abrupta da pressão arterial costuma causar preocupação em quem está por perto, já que o paciente pode até desmaiar.
Tontura, palpitações e dor no peito são outros sintomas que pedem por avaliação médica, principalmente se durarem mais de 15 minutos.
Mas existem diversos casos com sinais leves que podem ser aliviados com medidas simples.
Já adianto que comer sal não tem efeito imediato e, portanto, não ajuda a recuperar os níveis normais de pressão.
Pressão arterial em Angola
Pressão baixa: o que fazer?
Antes de falar sobre atitudes, vou voltar um passo para explicar o que é pressão baixa.
Chamada de hipotensão pelos profissionais de saúde, essa condição se caracteriza por níveis de pressão arterial abaixo de 9 por 6.
Significa que a força máxima exercida para impulsionar o sangue pelas artérias ficou em 90 mmHg, e a mínima, quando o coração relaxa, foi de 60 mmHg.
Lembrando que o valor ideal corresponde a 120 mmHg x 80 mmHg – o famoso 12 por 8.
Mas, ao contrário da pressão alta ou hipertensão, a pressão baixa não é uma doença e, por vezes, nem tem relação com agravos à saúde.
Simplesmente porque a pressão sofre influência de fatores como a idade e a composição física, o que pode alterar o padrão para algumas pessoas.
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É por isso que há indivíduos com valores de pressão naturalmente baixos, sem que isso tenha impactos em sua saúde.
O problema começa quando eles experimentam queda brusca, acompanhada ou não de sintomas.
Nessas situações, é importante se hidratar, ingerindo pequenos goles de água ou suco de fruta.
Contudo, se o paciente estiver inconsciente ou com incômodos como dor no peito, é melhor levá-lo ao pronto-socorro mais próximo.
O que causa pressão baixa?
Geralmente, a hipotensão é provocada pela diminuição da quantidade de sangue bombeada pelo coração (hipovolemia).
Como o sangue é o responsável pela nutrição e oxigenação das células, algumas funções do corpo acabam ficando prejudicadas enquanto a pressão não se normaliza.
Esse cenário, por sua vez, pode ser motivado por fatores simples como se levantar muito rápido depois de algum tempo sentado ou deitado.
É normal demorar algum tempo para que o sangue consiga retornar ao cérebro nesse contexto, levando a uma ligeira queda da pressão, chamada de ortostática ou postural.
Mas que logo deve se restabelecer.
No entanto, a pressão baixa também pode ser secundária a uma série de males.
A seguir, listo 8 causas comuns para essa condição:
8 principais causas da pressão baixa
A pressão baixa, em algumas pessoas, é normal, não representando risco para a saúde. No entanto, quando a pressão abaixa repentinamente ou é acompanhada por sintomas como tonturas, desmaios ou cansaço pode indicar um problema mais grave, como desidratação, infecção ou problemas cardíacos.
A pressão arterial é considerada baixa quando está inferior a 90x60 mmHg, não existindo um limite mínimo de pressão, desde que a pessoa sempre tenha apresentado pressão arterial baixa.
Caso a pressão baixa seja acompanhada por sintomas, é importante consultar o cardiologista para que seja feita uma avaliação que permita identificar a causa da pressão baixa e, assim, ser possível iniciar o tratamento mais adequado.
As principais causas de pressão baixa são:
1. Desidratação
A desidratação acontece quando o corpo está perdendo mais água do que a que foi ingerida e, por isso, os vasos sanguíneos vão tendo menos sangue no seu interior, o que acaba baixando a pressão arterial e causando o surgimento de sintomas como fraqueza, sensação de desmaio e cansaço.
A desidratação é mais frequente em idosos ou crianças, especialmente durante o verão, ou em pessoas que usam diuréticos sem indicação médica.
O que fazer: a reidratação deve ser feita com soro caseiro para ingerir a água que está faltando no organismo junto com minerais, porém, caso a desidratação seja grave, deve-se ir ao hospital, pois pode ser necessário receber soro diretamente na veia. Veja melhor o que fazer em caso de desidratação.
2. Deficiência de vitamina B12 e ácido fólico
A vitamina B12 e o ácido fólico são duas vitaminas muito importantes para a formação das células vermelhas do sangue e, por isso, quando estão em falta no corpo podem gerar uma anemia. Uma vez que existem menos células no sangue, é normal que a pressão arterial baixe.
Alguns sinais que podem indicar anemia incluem fraqueza, palidez, formigamento nos pés ou mãos, rigidez dos braços e pernas ou perda de sensibilidade ao toque, por exemplo.
O que fazer: quando se suspeita de anemia é muito importante consultar um clínico geral, para identificar a causa correta da anemia e iniciar o tratamento correto. No caso de deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico, deve-se fazer suplementação com estas vitaminas e aumentar a ingestão de alimentos como salmão ou bife de fígado.
3. Uso de alguns remédios
Existem vários tipos de remédios que, quando usados de forma prolongada, podem causar diminuição acentuada da pressão arterial.
Alguns dos exemplos mais comuns incluem remédios para pressão alta, diuréticos, medicamentos para problemas cardíacos, antidepressivos e remédios para a disfunção erétil.
O que fazer: caso se esteja tomando uma destas medicações é aconselhado consultar o médico que fez a prescrição para avaliar a possibilidade de trocar o medicamento ou alterar a dose.
4. Alterações hormonais
Quando existe alteração na produção de hormônios pela tireoide ou pela glândula adrenal, por exemplo, pode existir dilatação dos vasos sanguíneos, o que acaba causando uma queda acentuada da pressão arterial.
O que fazer: é importante consultar o endocrinologista para que seja indicada a realização de exames que ajudam a identificar a alteração hormonal e, assim, ser possível iniciar o tratamento mais adequado.
5. Hemorragia interna
Na hemorragia interna acontece o sangramento para o interior do corpo e, por isso, pode ser mais difícil de identificar. Quando isso acontece, é possível perder muito sangue, o que acaba deixando os vasos sanguíneos com menos sangue, o que acaba reduzindo bastante a pressão arterial.
A pressão baixa pode também acontecer quando existe um sangramento externo muito intenso. Alguns sinais de que se pode ter uma hemorragia interna incluem fraqueza, tonturas, dificuldade para respirar ou dor de cabeça constante.
O que fazer: se existir suspeita de hemorragia interna deve-se ir imediatamente ao hospital, para identificar o local do sangramento e iniciar o tratamento mais adequado.
6. Problemas cardíacos
Alterações no funcionamento do coração também podem causar diminuição da pressão arterial por causar redução da quantidade de sangue que circula no corpo. Os problemas mais comuns incluem insuficiência cardíaca, alterações das valvas cardíacas e arritmias.
Nestas situações, além da queda da pressão arterial também podem surgir outros sinais como desconforto no peito, cansaço excessivo, sensação de falta de ar e suores frios, por exemplo.
O que fazer: caso exista histórico de problemas cardíacos na família ou caso se suspeite de alterações no coração deve-se consultar um cardiologista para identificar o diagnóstico correto e iniciar o tratamento mais adequado.
7. Infecção grave
Embora seja mais raro, a pressão baixa também pode surgir devido a uma infecção grave no organismo, conhecida como sepse ou choque séptico. Isso acontece porque as bactérias se espalham pelo corpo e liberam toxinas que afetam os vasos sanguíneos, levando a diminuição acentuada da pressão arterial.
O que fazer: caso se tenha uma infecção em algum local do corpo e se apresente queda repentina da pressão arterial com sintomas como fraqueza, tonturas e sensação de desmaio, é importante ir rapidamente ao hospital para iniciar a administração de antibióticos diretamente na veia.
8. Gravidez
É comum que as mulheres grávidas apresentem diminuição da pressão nesse período, principalmente durante as primeiras 24 semanas, voltando ao normal após o parto. Essa situação acontece devido ao fato dos vasos sanguíneos expandirem pelo aumento do fluxo de sangue que é necessário para levar nutrientes e oxigênio para o feto.
O que fazer: de forma geral, não é necessário realizar tratamento específico, sendo importante beber água suficiente durante o dia, usar roupa leve e confortável, e ter pelo menos 3 refeições principais e 2 a 3 lixos. Além disso, deve-se evitar ficar em pé por muito tempo, tomar banhos muito quentes e levantar muito rápido quando se está deitada ou cansada.
No entanto, dependendo da causa da pressão baixa ou se a hipotensão leva a alguma complicação, o obstetra poderá recomendar iniciar tratamento farmacológico, com suplemento de vitaminas ou minerais, por exemplo.
Quando ir ao médico
É aconselhável consultar o clínico geral quando a pressão arterial desce mais de 40 mmHg ou é acompanhada de:
Tonturas e enjoos;
Desmaio;
Excesso de sede;
Dificuldade de concentração;
Visão embaçada;
Cansaço excessivo;
Pele fria e pálida.
Quando surgem sintomas de pressão baixa é recomendado deitar a pessoa e levantar as suas pernas, permitindo que o sangue chegue até ao cérebro. Caso os sintomas se mantenham por mais de 10 minutos, deve-se chamar ajuda médica, ligando para o 192, ou levá-la a um pronto-socorro.
Sintomas de pressão baixa
A hipotensão nem sempre tem sintomas.
Em especial quando a condição não está ligada a uma doença ou agravo à saúde, como mencionei acima.
Inclusive, uma pressão naturalmente baixa pode ser benéfica, fruto de uma combinação entre vida saudável e fatores genéticos.
Nesses casos, o paciente pode se sentir indisposto em dias quentes, por exemplo.
Isso porque o calor faz as artérias ficarem dilatadas, diminuindo a força exercida para que o sangue circule e fazendo com que a pressão baixe ainda mais.
Contudo, o incômodo será passageiro e restrito a esses dias.
Já nos casos de queda da pressão a níveis críticos, outros sintomas aparecem de forma aguda.
Por isso, vale prestar atenção nesses sinais de alerta da hipotensão:
- Tontura
- Suor frio
- Cansaço ou sonolência
- Fraqueza
- Visão turva
- Náuseas
- Sensação de desmaio ou desmaio
- Dor no peito
- Palpitações (“batedeiras” no peito).
- Quando associados ou sentidos com alta intensidade, vale consultar um médico assim que possível.
- Sintomas graves como desmaio e dor no peito devem ser avaliados de modo imediato.
- Eles têm maior chance de serem secundários a eventos potencialmente fatais como o infarto.
Estar com pressão baixa é perigoso?
A resposta mais adequada é: depende.
Se você não tiver nenhuma doença crônica e sua pressão for naturalmente baixa, sem sintomas, não se preocupe.
Aliás, a hipotensão é considerada comum em grupos específicos, como nas crianças, idosos e gestantes.
O perigo dessa condição aparece quando existem sintomas potencialmente graves, que trazem riscos à integridade ou até à vida do paciente.
Perigos da pressão baixa
Tonturas e desmaios estão entre os sintomas mais temidos, pois podem provocar quedas e, por consequência, acidentes.
Nesse cenário, a pessoa pode sofrer traumas em locais delicados do corpo, como a cabeça, prejudicando as funções cerebrais.
Ou quebrar um osso importante para o equilíbrio, como o fêmur.
Em casos críticos, o trauma abre caminho para um acidente vascular cerebral (AVC), com ameaça à vida.
A causa da pressão baixa também merece atenção, pois infecções graves podem estar por trás da condição.
Se essas crises não forem controladas de forma rápida, podem levar à morte ou evoluir para quadros de sepse.
A sepse é uma infecção generalizada potencialmente fatal que conduz a uma resposta inflamatória por todo o organismo.
Pressão baixa na gravidez
A hipotensão faz parte do conjunto de mudanças fisiológicas que acompanham a gestante, em especial no segundo trimestre de gravidez.
É nesse período que o bebê precisa de mais sangue para sustentar seu rápido crescimento, exigindo adaptações no sistema circulatório da futura mãe.
Para suprir a maior demanda pelo sangue, é normal que as artérias aumentem em diâmetro (se dilatem).
Como resultado, o líquido enfrenta pouca resistência para circular pelos vasos sanguíneos, o que pede menor força aplicada à parede das artérias.
Então, a pressão será reduzida como uma resposta natural durante a gestação.
É algo que não elimina o desconforto sentido pela mulher – entretanto, não deve ser alvo de preocupações.
Basta fazer o acompanhamento solicitado pelo obstetra, seguindo o calendário de consultas e exames para prevenir complicações.
Diferentemente da pressão alta na gravidez ou pré-eclâmpsia, a hipotensão não costuma gerar qualquer problema para a mãe ou feto.
No entanto, vale compartilhar suas dúvidas, alterações frequentes nos valores de pressão e sintomas com o seu médico.
O que fazer quando a pressão está baixa
Mais uma vez, o segredo é observar a existência e a intensidade dos sintomas.
Se não houver incômodo, a constatação de hipotensão pede apenas um acompanhamento periódico.
Nesse caso, a dica é buscar a assistência junto a um clínico geral.
Esse profissional é apto para avaliar sua condição de saúde de forma ampla, estabelecendo conexões que ajudam a identificar doenças.
Já na presença de sintomas, verifique se têm impacto leve, moderado ou intenso.
Sinais como a perda da consciência pedem socorro imediato, enquanto uma tontura leve pode ser aliviada com as dicas a seguir.
Saia do meio de aglomerações e locais fechados
Mesmo pessoas jovens e saudáveis tendem a sentir um incômodo no meio de multidões, principalmente se não houver muito espaço para se mover.
Pior ainda quando o clima está quente ou abafado dentro de um lugar em que existe aglomeração.
É por isso que obstetras recomendam que mulheres grávidas evitem esses locais.
O mesmo raciocínio se aplica para indivíduos naturalmente hipotensos e/ou que não tenham ingerido líquidos há algum tempo.
A dica, então, é procurar um lugar aberto, afrouxar as roupas e descansar até que a pressão arterial volte a níveis normais.
Beba água
Detalhei nos tópicos anteriores que a redução no volume de sangue ou hipovolemia pode ser provocada pela falta de líquidos no organismo.
Portanto, é essencial se manter hidratado para prevenir episódios de queda brusca na pressão.
E como a desidratação é motivo para muitos desses episódios, faz sentido começar a repor o líquido que está faltando, concorda?
Obviamente, o paciente precisa estar consciente para isso.
E beber água devagar, sem sobrecarregar um organismo que já se encontra debilitado.
Vale dar colheres de água aos poucos para o indivíduo com pressão baixa que consiga se sentar e se recostar.
Coloque as pernas para cima
Outra medida eficaz é ajudar o sangue a voltar para o coração. Para isso, o paciente deve se deitar e colocar as pernas para cima.
Leve-o até um local arejado, fresco e tranquilo para que possa permanecer com as pernas elevadas por alguns minutos.
Por vezes, a sensação de tontura ou náusea vai passar e, logo, a pessoa voltará a se sentir bem.
Isso acontece porque, com os membros inferiores para cima, a gravidade colabora para que o sangue volte ao coração e ao cérebro.
Irrigadas, essas áreas voltam ao normal e os sintomas se extinguem.
Quando estamos parados de pé ou sentados, o sangue precisa ir contra a gravidade para retornar ao coração.
É por isso que muitos problemas circulatórios se manifestam primeiro nas pernas e pés.
Investigue interações com medicamentos
Existe uma série de remédios que podem desencadear a pressão baixa como efeito colateral.
Daí a importância de ler a bula e consultar um médico para comentar sobre qualquer episódio de hipotensão.
Assim, o profissional pode fazer ajustes no tratamento.
Às vezes, será preciso trocar a medicação para evitar incômodos por causa da hipotensão.
Observe o tempo de duração dos sintomas
Por fim, não ignore os episódios em que apresentar sintomas, principalmente por tempo prolongado.
Mesmo uma fraqueza ou sonolência acentuada que permaneça por mais de 15 minutos merece avaliação médica.
Dê atenção especial se experimentar mais de um sintoma ou se o quadro piorar, exigindo atendimento ágil para prevenir complicações. Vivenciar episódios recorrentes de hipotensão também pode evidenciar problemas de saúde. Portanto, procure uma clínica ou consultório para receber a assistência necessária.
Queda de pressão
Como na maioria dos casos a pressão baixa é considerada leve, isso facilita o atendimento online com cardiologista
Médico que cuida da pressão baixa
Casos sintomáticos de pressão baixa são tratados pelo cardiologista, especialista que investiga anormalidades do sistema cardiovascular e dá orientações para uma vida mais saudável.
Além da hipotensão, o médico diagnostica e trata males como:
Arritmias como a fibrilação atrial
Pressão alta
Infarto: morte de parte das células do coração por falta de irrigação sanguínea
Aterosclerose: formação de placas de gordura, cálcio e outras substâncias que se depositam no interior das artérias
Malformações congênitas (presentes desde o nascimento)
Insuficiência cardíaca.
Episódios críticos de pressão baixa precisam de socorro imediato em uma unidade de saúde.
Contudo, a maioria dos casos é leve, o que permite realizar o acompanhamento por meio de consulta com o cardiologista.
Mesmo em meio a uma rotina agitada ou vivendo longe dos grandes centros urbanos, você pode acessar o cardiologista com o auxílio da tecnologia.
Na plataforma de telemedicina Morsch, esse e outros médicos estão disponíveis para o atendimento online, sem deixar a qualidade de lado.
Além da economia de tempo e dinheiro que seriam gastos no deslocamento até uma unidade de saúde.
Conclusão
Ao final deste artigo, você ampliou os conhecimentos sobre pressão baixa, o que fazer diante dessa condição e quando procurar ajuda médica.
A pressão arterial é consequência da força que o sangue exerce contra as paredes das artérias para conseguir circular pelo corpo. Quando o coração se contrai (sístole) para expulsar o sangue de seu interior, a pressão nas artérias atinge o valor máximo (pressão máxima ou sistólica). Quando a musculatura cardíaca relaxa (diástole) para permitir que o sangue volte a encher suas cavidades, a pressão cai para seus valores mínimos: é a pressão mínima ou diastólica.
Muitas vezes, a hipotensão é assintomática, mas pode ser descoberta em avaliações de rotina com o cardiologista ou o clínico geral de sua confiança.
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